Portal da Igreja do Evangelho Quadrangular

Portal da Igreja do Evangelho Quadrangular

Portal da Igreja do Evangelho Quadrangular

Publicado em 13/10/2016

Fique por dentro

Mais de 30 mil crianças do sertão brasileiro recebem apoio de ONG cristã

Regiões pobres de Alagoas, Rio Grande do Norte e Belo Horizonte estão na lista de locais atendidos pela Visão Mundial.


A Visão Mundial em um modelo que é baseado em Lucas 2:52. 


Em entrevista para o programa “De tudo um pouco”, da emissora cristã Rede Super, João Helder Diniz, diretor nacional da organização Visão Mundial, comentou sobre um foco específico do grupo: os sertões.

A Visão Mundial é uma ONG que ajuda crianças e adolescentes que vivem em comunidades pobres no Brasil. Seus projetos atuam nas áreas de educação, saúde e geração de renda. De acordo com Helder, a Visão Mundial beneficia todos os dias cerca de 30 mil crianças.

Percebendo a dificuldade que as famílias nordestinas têm enfrentado (a região atualmente sofre a maior seca dos últimos 40 anos), a ONG iniciou um novo projeto de apadrinhamento de crianças da região.

“A Visão Mundial atua em 10 estados do Brasil, mas a gente tem um foco também na região semi-árida. Nós temos atuado muito no interior do Rio Grande do Norte, que faz divisa com a Paraíba. Temos atuado no interior de Alagoas, na região mais pobre do estado de Alagoas. Inclusive em Minas Geras no Vale de Jequitinhonha. E nessa região toda, nós estamos com 30 mil crianças sendo apoiadas pelos programas da Visão Mundial”, disse o diretor.

Modelo bíblico

“A Visão Mundial em um modelo que é baseado em Lucas 2:52. Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça. O que nós queremos é que as crianças possam ter a mesma condição que Jesus teve de se desenvolver. Jesus vinha de uma família pobre, mas ele teve um desenvolvimento e uma educação”, pontuou.

“Então, quando a visão mundial atua numa comunidade como essa, ela busca que a criança possa desenvolver aprendizagens para a vida e que ela possa ter o seu desenvolvimento físico de uma forma adequada. O cuidado com o seu crescimento, com a nutrição, com as vacinas, com tudo isso. E que ela possa ter uma experiência com Deus, o que nós chamamos de nutrição espiritual das crianças. E que ela possa conviver na comunidade. Que ela possa ser acolhida e protegida pela comunidade”, ressaltou.

“Em qualquer contexto, a criança sempre vai ser a mais vulnerável. Então, ela precisa ser protegida e acolhida. Precisamos investir para que essas crianças sejam aquelas que vão transformar a realidade que elas vivem. Que elas possam ser esses agentes de transformação”, finalizou.

http://guiame.com.br/